August, 2019

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3º Debate à distância – A Cidade de Expressão Portuguesa: uma Realidade Histórica e um Legado

 

A Cidade de Expressão Portuguesa – uma realidade histórica e um legado multi-cultural

Arquitectos José Manuel Fernandes e Maria de Lurdes Janeiro

Auditório Brazão Farinha – Escola Profissional Gustave Eiffel

07jun2019

 

 

SÍNTESE

Viagens

Sou arquitecto e desde que me formei (1977), docente universitário – e cedo me especializei em história da arquitectura e do urbanismo, criando a disciplina de História da Arquitectura em Portugal em 1978. Segui então, desde os iniciais anos 1980, o caminho geo-histórico (querendo adquirir um conhecimento científico o mais real e verdadeiro possível), que os processos expansionistas lusitanos seguiram. Não foi propositado, mas assim se foi desenrolando a “minha viagem”, numa gradual e crescente percepção do mundo, sempre ligado a estudos profisionais, e contando com a boa companhia de mestres, colegas e amigos, que tanto me influenciou.

Primeiro estudei as Ilhas Atlânticas, e aí comecei a descobrir especificidades, idiossincrasias da cultura construída de base portuguesa, patentes na cidades e arquitecturas insulares.  Dos Açores à Madeira, das Canárias a Cabo Verde e a São Tomé e Príncipe, e também nas Caraíbas, em Cuba, encontrei pontos de referência e o entendimento de um lento e antigo construir de (novas) identidades transatlânticas, já mestiças, trans ou multi-étnicas. O Atlântico das ilhas foi um gradual ensaio do processo que os Portugueses foram encetando, muito por necessidade, mas também, decerto, por gosto pioneiro e vocação “de saída” (eis o sentir do luso-tropicalismo, que desponta!).

Seguiu-se a India, onde, em viagem com Távora e Siza, pude(mos) constatar da grandiosidade das realizações do que se veio a designar na epistemologia académica, como a Cidade Portuguesa e/ou de influência portuguesa (talvez possamos dizer “Cidade de Expressão Portuguesa”, “expressão” no sentido de língua mas sobretudo como modo de fazer) – realizações ao longo da Idade Moderna, e as suas arquitecturas, umas de portentosa escala, outras com sentido intimista e delicado. Isto é, comecei a apreender e constatar que, em diferentes partes do mundo, algo de comum havia, no vasto património das colonizações lusas, que era identificável, algo original e/ou específico, e sobretudo familiar ao meu modo de ver e sentir o espaço urbano e as arquitecturas (como português que sou).

E na ex-India Portuguesa vemos a vitalidade da sociedade Goesa, uma fórmula espantosa de micro-miscigenação cultural (e não propriamente racial), hoje meio-milenar e diaspórica, que inventou e articulou em novo contexto o sistema das castas com o societário do mundo católico (sem esquecer a originalidade de Damão e de Diu). Foi toda uma fusão que criou formas de arte extraordinárias, como a arquitectura religiosa católica goesa que Paulo Varela Gomes tão bem caracterizou e celebrou, ou a fantástica casa-solar goesa, os “Palácios de Goa” investigados por Hélder Carita.

Logo depois, percorrendo o Brasil de norte a sul, pude constatar essa continuidade especial, patente em cidades e casas, agora num quadro de grandioso reinventar – para ajudar a fazer e a construir um vasto território novo e uma cultura nova, resultante de misturas profundas, violentas e/ou calmas, de escravos, portugueses, índios, mestiços, europeus, e até ilhéus açóricos.

Em Macau percebia-se bem que a dificuldade de diálogo com uma cultura tão forte e antiga como diferente e poderosa – a da civilização chinesa – não só não impedia o esforço criativo e a persistência do migrante e construtor português, como parecia até incentivá-la e aprofundá-la. Como em Nagasaki, no Japão, ou nas Flores insulíndas, ou em Timor.

Vi a baía urbana de Nagasaki, como a inconfundível enseada de colinas e vales, que o comerciante e o jesuíta lusitanos procuraram e escolheram (a lembrar Lisboa) – o que sucedia também noutras partes do mundo, fossem os colonizadores padres, guerreiros ou comerciantes, que todos farejavam sítios onde parar e se fixar, “bons para viver”, quentes e tropicais, – baías como as senti e calcorreei em Salvador da Bahia, no Rio de Janeiro, em Macau, em Luanda ou Angra do Heroísmo, na Cidade Velha de Santiago de Cabo Verde, em São Tomé ou em Lourenço Marques/Maputo. Afinal, constituindo no seu todo uma Lusotopia, como tendência para seleccionar certos lugares “para ficar”.

Elaborei e guardei um crescente corpo de conhecimento global de todos estes planos materiais e edificados – a vida secular das cidades de presença portuguesa, quase sempre mestiçada, experimentada e realizada pelo mundo. Que é uma resultante objectiva, real, tão antiga como actual, não é conversa ideológica.

Publiquei, divulguei, como outros autores, muitas conclusões – toda uma teoria elaborada e uma visão prática, documentada, assente em arquivos, fotografia e iconografia, teoria de história urbano-arquitectónica, possibilitada tanto pela experiência sensível vivida como pela sua elaboração científica.

Constatações

Concluí de tudo isto uma coisa simples, mas certamente verdadeira: que estas urbes transoceânicas, que foram sendo edificadas “non-stop” em locais magníficos desde há mais de meio milénio, eram tão originais como belas, originais e conseguidas, nos seus espaços e arquitecturas, repetindo (em aparente obcessão) uma procura de edificação em sítios de paisagem esplendorosa, dotando-os com modos de vida potentes e significantes; e constituíam um valor universal, um motivo pleno de humanidades múltiplas, para minha identificação, prazer e orgulho (para mim mas também para os seus habitantes). “Se sabe tão bem, não pode fazer mal”, dizia um epicurista meu familiar.

Esta vasta cultura material e de uso colectivo, mestiçada e misturada, mas com uma comum linhagem portuguesa, pode aliás ser avaliada hoje de um modo simples, global, objectivo e rigoroso, ou seja isento: há mais cidades de fundação portuguesa e luso-mestiça, classificadas como Património Mundial UNESCO, fora de Portugal, do que no Portugal ibérico – de Macau a Salvador, de Mazagão a São Luís, da Ribeira Grande à Ilha de Moçambique, etc, etc: representa isto o reconhecimento pela comunidade mundial e pela cultura universal do valor destas urbes, com as suas arquitecturas e vivências. Prova de afirmação de uma arquitectura e urbanismo belos, contribuindo singelamente para o desenvolvimento da humanidade, implicando como sempre conflito e violência, mas representando mesmo assim a excelência de uma cultura, o melhor que ela soube dar e produzir – gerenosamente, atrevo-me a dizer, pois, foi auto-orientada ou virada para o exterior – fê-lo sobretudo fora do seu próprio meio de génese europeu. Sobre a violência intrínseca, de resto, há sempre que recordar a piada de Orson Welles, sobre a longa e vasta dádiva cultural da conflituosa e violenta Itália, enquanto a sossegada Suíça apenas deu ao mundo…o relógio de cuco.

Há pois que reconhecer, sem peias ou preconceitos, ser este tema um valor positivo, assente nos resultados práticos, reais e vivos, fruto de uma aprendizagem de transportar e recriar cidades e arquitecturas de uma forma ao mesmo tempo nova e inspirada numa cultura antiga e sul-europeia. Como procuro ensinar aos meus alunos, que devem conhecer e poder orgulhar-se da tradição urbana e arquitectónica portuguesa, firmada pela história e a geografia mundiais (o actual e constantemente reafirmado valor internacional da arquitectura portuguesa moderna não nasceu ontem, nem só no Portugal ibérico).

Isto, evidentemente, sem deixar de associar todo este processo urbano-arquitectónico mundializado ao desenrolar de escravidões e prepotências, de sujeições, explorações “de classe” e domínios, que disso se alimentam desde sempre os processos colonizadores desde a Pré-história, os Gregos, os Romanos, o Islão, a Europa e os outros continentes. Mas estas condições humanas, a um tempo de violência e vivência, não invalidaram, nem invalidam, a troca e profusa mistura de gentes, e a transferência de saberes e coisas, de sociabilidades sedutoras e apaixonantes – em plena realização de sítios urbanos e arquitecturais únicos, que, acentue-se, foram edificados pelo colectivo, pela comunidade presente em cada um desles, dos mais humildes aos mais poderosos – note-se bem, cidades e construções feitas pelo povo a par de pelas elites.

O conhecimento da América hispânica, do México à Argentina, cotejando modos de produção ibéricos de cidade e arquitecturas, e respectivos ambientes de vida colectiva, permitiu-me aprofundar o carácter desse modo português, ibérico mas bem diverso do espanhol. Charles Boxer, que tive o prazer de conhecer nos anos 1990, respondendo à minha pergunta sobre as diferenças  entre cidades e arquitecturas colonais ibéricas, opondo Portugal a Espanha, que me surgiam quase antagónicas, disse-me, na sua ironia fina e elegante:  “sim são diferentes, se as olhar as duas – mas se as comparar por exemplo com a colonização holandesa, são quase iguais!”

Na África da ex-ocupação portuguesa colonial aprendi mais coisas: que o espraiar de uma cultura urbana e arquitectónica pelo mundo fora, mais do que vocação e/ou mania das épocas pré-industriais, era um fenómeno diacrónico, longuíssimo,  fosse por necessidade (fugir à fome do Portugal ibérico e à sua periferia europeia), por contexto (éramos os ancestrais intermediários entre as “ricas” potências industriais e a “miséria” colonial, de base agrícola, como Frédéric Mauro apontou) e até por paixão ou capricho (sempre ele, o prazer e a líbido de criar algo novo e “livre”/fora do acanhado Portugal) – linha retomada sucessivamente, depois das Ilhas (1400) e da Índia (1500), e do Brasil (1700), nos séculos XIX e XX de Angola, Moçambique & outros (e Macau, Timor).

Aqui visitei e aprendi com as florescentes cidades, vilas e arquitecturas modernistas e modernas, uma nova dimensão que foi a contemporânea, em que os Portugueses migrantes e colonizadores, como induvíduos livres (tanto ou mais do que o colectivo do Estado Português, note-se, como Malyn Newitt bem assinalou) conseguiram, via iniciativa privada ou pública, conceber e executar obras de uma modernidade, largueza e qualidade muitas vezes bem superior ao que o Estado Novo fazia em Lisboa ou Porto (Estação de CF da Beira, Mercado Quinaxixe de Luanda, etc).

Também estas urbes e universos arquitectónicos devem ser e são finalmente acarinhados nos seus locais de vida (por ex. no Congresso internacional sobre a Arquitectura Moderna de Angola, realizado em Luanda em 2015) como um legado moderno global, tardo-colonial mas qualificado, como espaço e função, que os PALOP´S receberam. E que não envergonha ninguém – de novo, não confundamos este património material belo e valioso com a fase história que o produziu, e que já lá vai; e não terá deixado obras inadequadas ou “más”, desiguais, colonialistas, para as novas nações: porque o espaço e a forma são entidades livres, disponíveis para apropriação – podem ser, e são, reinterpretados, recriados e transformados, sempre, ao longo dos tempos, e no contexto do processo histórico em qualquer lugar.

Lisboa, 4 de Fevereiro de 2019

Um agradecimento a todos os que me ensinaram ou com quem aprendi a pensar e refectir estes temas – Orlando Ribeiro, Jorge Dias, Charles Boxer, Malyn Newitt, Ramon Gutierrez, Paulo Varela Gomes, Francisco Keil Amaral, Jorge Gaspar, Eugénio Lisboa, Fernando Távora, Nuno Portas, Alexandre Alves Costa,  Adriano Moreira, José Mattoso, Eduardo Lourenço – sem seguir qualquer ordem, e desculpando-me pelas omissões.

José Manuel Fernandes

Professor Catedrático em História da Arquitectura e do Urbanismo

na Faculdade de Arquitectura da Universide de Lisboa

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OBRAS

http://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/wp-admin

Fonte: CiAUD – FA – ULisboa

José Manuel da Cruz Fernandes

Investigador desde: 2010

Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1953. Arquitecto licenciado pela Escola de Belas Artes de Lisboa em 1977, docente na ESBAL desde 1978. Professor, Doutorado (1993) e Catedrático (2010) em História da Arquitectura e do Urbanismo da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa.

Membro do Conselho Editorial da revista Monumentos desde 1994 (33 ns editados, 2013, ns.34 e 35 em curso, 2014-15).

Conferencista convidado no Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa desde 2003, e seu Director no período 1998/2000.

Director do Instituto de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura de Portugal em 2001/2003.

Investiga, escreve e publica regularmente sobre História da Arquitectura e do Urbanismo (publica artigos científicos desde 1978; livros de investigação e divulgação desde 1989).

Coordenador da área da África Sub-sahariana no estudo Património de Origem Portuguesa no Mundo – Arquitectura e Urbanismo, sob orientação de José Mattoso, para a Fundação Calouste Gulbenkian (2007-2010), editado em livro em 2010-2012 (versão em português e em inglês), e disponível on-line (www.HPIP.org, 2012).

Primeiro Presidente do DOCOMOMO Ibérico, como representante da Associação dos Arquitectos Portugueses, em 1993-97, conferencista e proponente nos Congressos DOCOMOMO Ibérico de 1997, 1999, 2001, 2003, 2005, 2010, 2013, 2016.

Dos seus livros mais recentes refiram-se: 
– Carlos Ramos, Arquitecturas do Século XX em Portugal (c/ Ana Janeiro, ed. Imprensa Nacional / Casa da Moeda e Imprensa da Universidade de Coimbra, Lisboa, 2014 – Prémio Joaquim de Carvalho da Universidade de Coimbra em 2015)
e, em co-autoria /coordenação:
– Macau,Cidade, Território e Arquitecturas (c/M.L.Janeiro, ed. I.I.Macau, Lisboa, 2015).
– O Livro de Nova Oeiras / The Nova Oeiras Book. Bases para uma Candidatura a Património da Humanidade UNESCO. Documentation for the application for UNESCO World Heritage…(with M.L.Janeiro, ed. Câmara Municipal de Oeiras, Lisboa, 2015)

 

Projeto de Investigação: 
Guiné-Bissau – Cidades, Território e Arquitecturas
Madeira – Cidades, Território e Arquitecturas

ORCID: 0000-0002-0138-5104

Curriculum Vitae

Atividade científica

 

Publicações

Livros (autoria, co-autoria, coordenação, co-coordenação)

Fernandes, José Manuel, Recife-Macau, Duas Cidades, Dois Mundos, Duas Histórias, Relações e Contrastes, edição do Instituto Internacional de Macau, Recife, Lisboa / Macau, 2015, ISBN 978-989-20575-1-4 (2ª. edição, revista e ampliada, 80 pp.)

Fernandes, José Manuel, Carlos Almeida Marques Arquitectura (texto do livro coord. pelo arq. Carlos Almeida Marques), Caleidoscópio, Lisboa, 2015, pp.168 ISBN 978-989-658-296-8

Fernandes José Manuel; Janeiro, Maria de Lurdes (co-coord. e co-autoria), O Livro de Nova Oeiras /The Nova Oeiras Book (fotografias por Ana Janeiro), Câmara Municipal de Oeiras, Lisboa, 2015, ISBN 978-972-8887-21-6

Fernandes, José Manuel, Luso-Africana. Arquitectura e Urbanismo na África Portuguesa – II, Caleidoscópio, Lisboa, 2015, ISBN 978-989-658-318-7

Fernandes, José Manuel, 3 Modernistas: arquitecturas do século XX em Portugal, (fotografias por Ana Janeiro), Imprensa Nacional – Casa da Moeda e Imprensa Universitária de Coimbra, Lisboa, 2015, ISBN 978-972-27-2385-5, ISBN 978-989-26-1120-4

Fernandes, José Manuel; Janeiro, Maria de Lurdes (co-coordenação e co-autoria), Macau. Cidade, Território e Arquitecturas, Instituto Internacional de Macau (autores José Manuel Fernandes, Maria de Lurdes Janeiro, Maria João Janeiro), Lisboa, 2015, ISBN 978-989-20616-6-5

No prelo 
Fernandes, José Manuel, Arquitectura religiosa do Século XX em Portugal (Caleidoscópio)

Projecto: “Estudo da arquitectura e património edificado da UTL” para a Reitoria da UTL:
2011, JMF arq – Património Arquitectónico da UTL, edição da Reitoria da UTL (JMF arq, Coordenador Científico), Lisboa, 305 pp., ISBN 978-972-99673-9-9;

Projecto: “Estudo da arquitectura e do urbanismo do Algarve”, para a CCDRAlgarve:
2011, JMF arq c/ Ana Janeiro – Algarve –Arquitecturas e Espaços Recuperados, ed. CCDRA / Afrontamento, Porto, 227 pp., ISBN 978-972-643-142-8;

Projecto: “Património de Origem Portuguesa no Mundo – Arquitectura e Urbanismo” para a FCG (coord. geral por José Mattoso):
2011, JMF arq et al – Património de Origem Portuguesa no Mundo – Arquitectura e Urbanismo – Índices (co-autoria), ed. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 215 pp., ISBN 978-989-8534-00-2;

Projecto: “Estudo da Obra dos arqs. da família Segurado, desenvolvido em 2010-2011” para/por JMF arq
2011, JMF arq – Arquitectos Segurado, autoria JMF arq, e co-edição com a Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 141 pp., ISBN 978-972-27-2031-1;

Projecto: “África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa” para a UAL
2011, JMF arq – África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa, edição das actas do colóquio realizado, pela UAL-Universidade Autónoma de Lisboa e Editora Caleidoscópio (JMF arq, coordenação), Lisboa, 151 pp., ISBN 978-989-658-147-3;

Projecto: “Património de Origem Portuguesa no Mundo – Arquitectura e Urbanismo” para a FCG (coord. geral por José Mattoso): 2012, JMF arq – Africa / Red Sea / Persian Gulf – Portuguese Heritage Around the World – Architecture and Urbanism, co-autoria com Filipe Themudo Barata (com revisão e actualização da área da África Subsahariana), edição em inglês do volume, sob coord. geral por José Mattoso, Fundação Calouste Gulbenkian; Lisboa, 655 pp. ISBN 978-989-8534-02-6;

Projecto “Estudo da vida e obra do arquitecto Jorge Viana”, em grupo de trabalho coord. por João Salvado Ribeiro, 2010-2012:
2012, JMF arq et al – Jorge Viana / Arquitecturas / Natureza-Máquina-Sentimento (catálogo de exposição, JMF arq em coordenação institucional em representação da FAUTL, e e co-autoria), edição pela Câmara Municipal de Oeiras, Oeiras, 52 pp., ISBN 978-989-608-145-4;

Projecto “Estudo da vida e obra do arquitecto Jorge Viana”, em grupo de trabalho coord. por João Salvado Ribeiro, 2010-2012:
2012, JMF arq – A Igreja do Bairro da Tabaqueira. Uma Obra de Jorge Viana (coord. com João Salvado Ribeiro, co-autoria), ed. João Salvado Ribeiro, Oeiras, 219 pp., ISBN 978-989-97874-0-7;

Projecto internacional “Estudo comparativo das cidades de Recife e de Macau”, para o Instituto Internacional de Macau, Macau:
2012, JMF arq – Recife – Macau, Duas Cidades, Dois Mundos, Duas Histórias, Relações e Contrastes, edição da Secretaria de Cultura de Pernambuco / Instituto Internacional de Macau, Recife, 63 pp., ISBN 978-85-7858-124-9;

Projecto colectivo “Homenagem a Marieta Dá Mesquita”, para a FAUTL e CIAUD:
2012, JMF arq – Marieta Dá Mesquita. Livro de Homenagem. Actas do Colóquio Património Arquitectónico da Universidade Técnica de Lisboa. História e Valor (JMF arq, coordenador), edição FAUTL / CIAUD / Caleidoscópio, Lisboa, 115 pp., ISBN 978-989-658-195-4;

Projecto “Estudo da Igreja de Nossa Senhora de Fátima em Lisboa. Comemoração dos 75 Anos da inauguração”, para a paróquia de NSFátima em Lisboa / Cónego Luís Alberto:
2013, JMF arq – Igreja de Nossa Senhora de Fátima em Lisboa. 75 Anos (coord. por JMF arq e Natália Correia Guedes), edição da paróquia de Nossa Senhora de Fátima em Lisboa, 191 pp., Dep. Legal 355 754 /13;

Projecto “África Portuguesa – Cidades, Território e Arquitecturas”, coord. por JMF arq em articulação com o CIAUD / FAUTL desde 2009, de que STP constitui o 4. volume editado da colecção:
2013, JMF arq et al – São Tomé e Príncipe – Cidades, Território e Arquitecturas (co-autoria), edição dos autores José Manuel Fernandes, Maria de Lurdes Janeiro, Rodrigo Rebelo de Andrade e Duarte Pape; Lisboa, 176 pp., ISBN 978-989-97013-3-5;

Projecto “África Portuguesa – Cidades, Território e Arquitecturas”, coord. por JMF arq em articulação com o CIAUD / FAUTL desde 2009, de que STP / em inglês constitui o 5. volume editado da colecção:
2013, JMF arq et al – São Tomé and Príncipe – Cities, Terrain and Architecture (co-autoria), edição dos autores José Manuel Fernandes, Maria de Lurdes Janeiro, Rodrigo Rebelo de Andrade e Duarte Pape; Lisboa, 176 pp., ISBN 978-989-97013-4-2;

Projecto internacional conjunto “Portugal Brasil África – Urbanismo e Arquitectura – do Ecletismo ao Modernismo”, para UAL-Universidade Autónoma de Lisboa com FAU-USP- Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo
2013, JMF arq – Portugal Brasil África – Urbanismo e Arquitectura – do Ecletismo ao Modernismo (coord. por JMF arq e Maria Lucia Bressan Pinheiro), edição das actas do colóquio realizado, pela UAL-Universidade Autónoma de Lisboa e FAU-USP- Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, c / Editora Caleidoscópio Lisboa, 223 pp., ISBN 978-989-658-236-4;
(edição internacional, impressa também em São Paulo pela FAU-USP em 1-2014)

Projecto “Estudo das obras da família de Carlos Ramos, desenvolvido em 2012-2014” para/por JMF arq:
2014, JMF arq – Carlos Ramos. Arquitecturas do Século XX em Portugal, edição da Imprensa Nacional – Casa da Moeda c/ Imprensa Universitária de Coimbra, Lisboa, 268 pp., ISBN – INCM 978-972-27-2306-0 – IUC 978-989-26-0651-4;

Fernandes, José Manuel, Igrejas do Século XX. Arquitecturas na Região de Lisboa – ed. Caleidoscópio, Lisboa, 2014

Fernandes, José Manuel; Janeiro, Maria de Lurdes; Milheiro, Ana Vaz – Cabo Verde. Cidades, Território e Arquitecturas, ed. dos autores, Lisboa, 2014

Fernandes, José Manuel – Luso Africana, ed. Caleidoscópio, Lisboa, 2015

Fernandes, José Manuel; Janeiro, Maria de Lurdes; Janeiro, Maria João – Macau. Cidade, Território e Arquitecturas, ed. Instituto Internacional de Macau, Lisboa, 2015

Fernandes, José Manuel – 3 Modernistas. Arquitecturas do Século XX em Portugal, Imprensa Nacional-Casa da Moeda e Imprensa da Universidade de Coimbra; Lisboa, 2015 (no prelo)

Fernandes, José Manuel; Janeiro, Maria de Lurdes (coord./editors) – O Livro de Nova Oeiras / The Nova Oeiras Book, ed. Câmara Municipal de Oeiras, Lisboa, 2015 (no prelo).

 

Capítulos de livros

Capítulos de livros (impresso, digital)

Fernandes, José Manuel, “Histórias do Lugar de Belém – urbanismo e arquitecturas / Belém – Stories and History – urbanism and architecture” (coord. José Manuel das Neves), in Museu Nacional dos Coches. Lugar, projecto e obra. Site, project and finished work, Uzina Books, Lisboa, 2015, pp.10-21 ISBN 978-989-8456-78-6

Fernandes, José Manuel, “Contexto político, económico e cultural do país. O papel de Duarte Pacheco. Os arquitectos modernistas em Portugal e a sua relação com P.Pardal Monteiro”, in INE 80 Anos. Um outro olhar (coord. INE/João Pardal Monteiro / Manuel Pardal Monteiro), Instituto Nacional de Estatística I.P., Lisboa, 2015, pp.41-70 ISNB 978-989-25-0339-4

Fernandes, José Manuel, “Prefácio” in As Roças de São Tomé e Príncipe, Pape, Duarte; Andrade, Rodrigo Rebelo de, Tinta-da-china, Lisboa, 2013 (2ª. edição, 10-2015), pp.10-11, ISBN 978-989-671-175-7

Fernandes, José Manuel, “Prefácio”, in MRAR. Movimento de Renovação da Arte Religiosa. Os anos de ouro da arquitectura religiosa em Portugal no século XX, por João Alves da Cunha, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, 2015, pp.17-18, ISBN 978-972-5404-843

No prelo:
Fernandes, José Manuel – “Urbanismo nos Açores, séculos XV-XVI”, e “Arquitectura nos Açores, 1900-1950”, para a obra História da Arte dos Açores, coord. por Vítor Serrão e João Vieira Caldas, ed. DRC do GRA (2012-2015 – resultante do projecto: “História da Arte dos Açores”, coord. por Vítor Serrão e João Vieira Caldas)

Projecto internacional: “Tapetes de Pedra /Stone Carpets” (coord. geral por José de Monterroso Teixeira):
2010, JMF arq – “A ´Calçada em Movimento´ na diáspora portuguesa – Macaronésia, África, Oriente / Stone paving in movement during the portuguese diaspora. Macaronesia, Africa, Orient”, in Tapetes de Pedra /Stone Carpets, ed. 19 Design e Editora Lda, Rio de Janeiro, pp.156-170, ISBN 978-85-99735-04-6;

Projecto: “África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa” para a UAL
2011, JMF arq – “Igrejas na ´África Portuguesa´ – relações com a India e o Brasil, nos Séculos XVII e XVIII, possíveis influências”, in África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa, edição UAL-Universidade Autónoma de Lisboa e Editora Caleidoscópio (JMF arq, coordenação), Lisboa, pp. 136-151, ISBN 978-989-658-147-3;

Projecto: “História da Arte dos Açores”, coord. por Vítor Serrão e João Vieira Caldas:
30.3.2011, JMF arq – “Urbanismo nos Açores, séculos XV-XVI”, e “Arquitectura nos Açores, 1900-1950”, para a obra História da Arte dos Açores, coord. por Vítor Serrão e João Vieira Caldas, ed. DRC do GRA (no prelo, 2012-2014);

Projecto: “Inventário do Património Imóvel dos Açores”, promovido pela DRCultura do GRAçores com o IAC / Instituto Açoriano de Cultura (coord. Jorge Paulus Bruno, com José Manuel Fernandes e João Vieira Caldas), desenvolvido e concluído em 1998-2008, e em publicação:
2011, JMF arq – “Nordeste. Enquadramento na Ilha de São Miguel, e aspectos do seu território, urbanismo e arquitectura”, in São Miguel – Nordeste – Inventário do Património Imóvel dos Açores, edição DRCultura do GRAçores, IAC/Instituto Açoriano de Cultura e Câmara Municipal do Nordeste, s/l, pp.15-23, ISBN 978-972-647-263-6 / 978-989-8225-22-1 / 978-972-98449-8-0;

Projecto “Viana de Lima, estudo da Vida e Obra”, coord. por João Campos:
2011, JMF arq – “Redescobrir Viana de Lima / Prefácio”, in Viana de Lima e a introdução da arquitectura moderna em Portugal. Ensaio sobre a Casa Cortez / Porto 1940, por João Campos, ed. do autor, Porto, pp.8-11, ISBN 978-989-97642-0-0;

Projecto internacional: “La Modernidad Ignorada. Arquitectura Moderna de Luanda (coord. Roberto Goycoolea Prado e Paz Núñez Martí):
2011, JMF arq – “Arquitectura Moderna Portuguesa en el África Subsahariana”, in La Modernidad Ignorada. Arquitectura Moderna de Luanda (coord. Roberto Goycoolea Prado e Paz Núñez Martí), Universidade de Alcalá, Alcalá de Henares, pp.45-63, ISBN 978-84-88754-44-8;

Projecto “Estudo da vida e obra do arquitecto Jorge Viana”, em grupo de trabalho coord. por João Salvado Ribeiro, 2010-2012:
2012, JMF arq – “A Igreja da Tabaqueira – Significado no contexto da obra de Jorge Viana e da arquitectura portuguesa contemporânea”, in A Igreja do Bairro da Tabaqueira. Uma Obra de Jorge Viana (coord. com João Salvado Ribeiro, co-autoria), ed. João Salvado Ribeiro, Oeiras, pp.93-121, ISBN 978-989-97874-0-7;

Projecto internacional: Congressos do DOCOMOMO Ibérico (coord. DOCOMOMO Ibérico), em curso desde 1997:
2012, JMF arq – “As ´Grandes Obras´ Hidroeléctricas na Angola Colonial (1954-1974) – arquitectura e território”, in Actas do VII Congresso DOCOMOMO Ibérico, Oviedo 2010 (edição digital, 2012);

Projecto “Roteiro Cultural dos Açores” , coord. pelo CNC / Centro Nacional de Cultura c/ DRC do GRA:
2012, JMF arq – “A Arquitectura Tradicional e Civil” in Roteiro Cultural dos Açores (coord. científica António Machado Pires c/ CNC), Direcção Regional da Cultura do G.R.A., s/l, pp.170-181, ISBN 978-972-647-277-3;

Projecto: “A Obra do arq. Eduardo Iglésias”, por Eduardo Iglésias, com expo e livro:
2011-12, JMF arq – “Sobre a Obra de Eduardo Iglésias”, nota introdutória in Eduardo Iglésias / Um Olhar / Um Percurso, ed. do autor, Porto, p.prévia, ISBN 978-989-20-2569-8;

Projecto: “Inventário do Património Imóvel dos Açores”, promovido pela DRCultura do GRAçores com o IAC / Instituto Açoriano de Culura (coord. Jorge Paulus Bruno, com José Manuel Fernandes e João Vieira Caldas), desenvolvido e concluído em 1998-2008, e em publicação:
2012, JMF arq – “Aspectos de História do Urbanismo e da Arquitectura do Concelho da Povoação”, in São Miguel – Povoação – Inventário do Património Imóvel dos Açores, edição DRCultura do GRAçores, Instituto Açoriano de Cultura e Câmara Municipal da Povoação, s/l, pp.27-38, ISBN 978-972-647-286-5 / 978-989-8225-30-6;

Projecto: “Jogo da Glória. O Século XX malvisto pela desenho de humor (coord. Diogo Gaspar, Rui Almeida, comiss. João Paulo Cotrim):
2012, JMF arq – “Arquitectura. Algumas obras, autores e eventos marcantes”, in Jogo da Glória. O Século XX malvisto pela desenho de humor, (catálogo de expo., coord. Diogo Gaspar, Rui Almeida, João Paulo Cotrim), ed. Museu da Presidência da República / Quidnovi, pp.358-366, ISBN 978-989-554-914-6;

Projecto de estudo e apresentação a obra do arq. João de Almeida, coord. pelo arq. João de Almeida:
2012, JMF arq – “A Obra de João de Almeida como Arquitecto – da arquitectura religiosa aos edifícios urbanos, às ´Casas do Sul´, aos espaços culturais e patrimoniais”, in João de Almeida. Arquitectura / Design / Pintura (catálogo de exposição, co-autor, textos de arquitectura), Fundação / Casa Museu Medeiros e Almeida, Lisboa, pp.6-59, ISBN 978-972-98907-3-4;

Projecto “Pardal Monteiro 1919-2012”, coord. por João Pardal Monteiro e Manuel Pardal Monteiro, em articulação com o CIAUD / FAUTL:
2013, JMF arq – “Porfírio Pardal Monteiro – significados da sua obra. Introdução à Obra de Porfírio Pardal Monteiro”, in Pardal Monteiro 1919-2012, coord./autoria por João Pardal Monteiro e Manuel Pardal Monteiro, ed. Caleidoscópio, Lisboa, pp.12-13, ISBN 978-989-658-200-5;

Projecto internacional conjunto “Portugal Brasil África – Urbanismo e Arquitectura – do Ecletismo ao Modernismo”, para UAL-Universidade Autónoma de Lisboa com FAU-USP- Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo:
2013, JMF arq – “1936-37, Ano Chave da Arquitectura Moderna, Portugal-Brasil”, in Portugal Brasil África – Urbanismo e Arquitectura – do Ecletismo ao Modernismo (coord. por JMF arq e Maria Lucia Bressan Pinheiro), edição das actas do colóquio realizado, pela UAL-Universidade Autónoma de Lisboa e FAU-USP- Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, c / Editora Caleidoscópio Lisboa, pp.108-131, ISBN 978-989-658-236-4;
(edição internacional, impressa também em São Paulo pela FAU-USP em 1-2014)

Projecto: “Inventário do Património Imóvel dos Açores”, promovido pela DRCultura do GRAçores com o IAC / Instituto Açoriano de Culura (coord. Jorge Paulus Bruno, com José Manuel Fernandes e João Vieira Caldas), desenvolvido e concluído em 1998-2008, e em publicação:
2013, JMF arq – “Velas de São Jorge. Aspectos do seu Urbanismo”, in Velas São Jorge – Inventário do Património Imóvel dos Açores, edição DRCultura do GRAçores, Instituto Açoriano de Cultura e Câmara Municipal das Velas, s/l, pp.21-27, ISBN 978-972-647-292-6 / 978-989-8225-34-4;

Projecto: “Inventário do Património Imóvel dos Açores”, promovido pela DRCultura do GRAçores com o IAC / Instituto Açoriano de Culura (coord. Jorge Paulus Bruno, com José Manuel Fernandes e João Vieira Caldas), desenvolvido e concluído em 1998-2008, e em publicação:
2013, JMF arq – “Calheta de São Jorge. Aspectos do seu Urbanismo”, in Calheta São Jorge – Inventário do Património Imóvel dos Açores, edição DRCultura do GRAçores, Instituto Açoriano de Cultura e Câmara Municipal da Calheta, s/l, pp.33-37, ISBN 978-972-647-291-9 / 978-989-8225-33-7;

Projecto: “Levantamento das Roças de São Tomé e Príncipe”, por Duarte Pape e Rodrigo Rebelo de Andrade:
2013, JMF arq – “Prefácio”, in As Roças de São Tomé e Príncipe, por Duarte Pape e Rodrigo Rebelo de Andrade, ed. Tinta da China, Lisboa, pp.10-11, ISBN 978-989-671-175-7;

 

Artigos nacionais / internacionais

Fernandes, José Manuel, 2015. “8 Intervenções Urbanas do Estado Novo em Centros Históricos”, in Callipole. Revista de Cultura n.22 – 2015, Município de Vila Viçosa, / Colibri, 2015, pp.47-62, ISSN 0872 5225

Fernandes, José Manuel, 2015.  “José Rafael Botelho e o Planeamento Urbano em Portugal”, in Plano Rafael Botelho Funchal 1969-72 / Rafael Botelho Master Plan Funchal 1969-72 (catálogo de exposição) Delegação da Madeira da Ordem dos Arquitetcos, Funchal, 2015, pp.15-17, ISBN 978-989-20-5937-2

Fernandes, José Manuel, 2015. “Três Obras da Arquitectura Manuelina no ´Mundo do Índico´: Capela do Baluarte, Igreja do Priorado do Rosário, Capela do Monte de São Tomé”, in Spehra Mundi. Arte e Cultura no Tempo dos Descobrimentos, Caleidoscópio, Lisboa, 2015, pp.369-385, ISBN 978-989-658-325-5

Fernandes, José Manuel, 2015. “India Portuguesa: as Grandes Praças nos Planos Urbanos do Século XVIII”, in Arquitectura e Urbanismo na Época Pombalina (actas de colóquio, coord. José Meco e Joaquim M.F.Boiça), Oeiras, 2015, pp.162-173, ISBN 978-989-96703-2-7

Fernandes, José Manuel, 2015. “Mozambique”, in Time Frames. Conservation Policies for Twentieth Century Architectural Heritage (editors Ugo Carughi and Massimo Visone), Ashgate, (12-2015, ed. digital)

Fernandes, José Manuel, 2015.“Uma obra singular no quadro da arquitectura universitária em Portugal. A Faculdade de Motricidade Humana na Universidade Técnica de Lisboa, projecto de Jacobetty Rosa nas décadas de 1949 e 1950”, in Actas do VIII Congreso DOCOMOMO Ibérico, Málaga 27/29-11-2013, sobre o tema “La arquitectura del Movimiento Moderno y la Educación”, pp.283-287 (ed. digital, 12-2015)

Fernandes, José Manuel, artigo sobre Arquitectura e Urbanismo modernos na África Portuguesa” no livro La Modernidad Ignorada, coord. por Roberto Goycoolea, México

Fernandes, José Manuel,2014  “Algumas constantes formais na obra de Norte Júnior” cf. comunicação in Colóquio Internacional Norte Júnior ou o Triunfo do Ecletismo, org. pela Universidade Autónoma de Lisboa, no CIUL/Centro de Informação urbana de Lisboa e no Museu das Artes da Câmara Municipal de Sintra, em 20-21/11/2014 (actas no prelo)

Fernandes, José Manuel, 2014 “Olhando a obra de Raul Lino, a pensar em Frank Lloyd Wright”, cf. conferência no Colóquio Internancional Arts and Crafts – Repercussões em Portugal e no Brasil, org. pela FAU-USP na Vila Penteado, São Paulo, no âmbito da exposição Raul Lino Cem Anos Depois, Universidade de São Paulo, Brasil, em 2-4/4/2014 (em publicação pela revista da FAU da Universidade de São Paulo)

Fernandes, José Manuel, 2013, “África: La modernidad portuguesa”, in CIUDADES 100, octubre – deciembre de 2013, RNIU / Revista trimestral de la Red Nacional de Investigación Urbana A.C., Puebla, Mexico (Dir. General Elsa Patiño Tovar), pp.55-57, ISSN 0187-8611

Fernandes, José Manuel, 2013, “M´Banza Congo: the first Christian African city south of the Equator”, in MACAO n.16, May 2013 (editor Gonçalo César de Sá), ed. Government Information Bureau of the Macao SAR, Macao, China, pp.102-107, ISSN 2076-5479;

Fernandes, José Manuel, 2013, “The Island of Mozambique. A World Heritage Jewel”, in MACAO n.19, November 2013 (editor Gonçalo César de Sá), ed. Government Information Bureau of the Macao SAR, Macao, China, pp.102-107, ISSN 2076-5479;

Fernandes, José Manuel, 2014,  “The Historical Plantations of São Tomé and Príncipe”, in MACAO n.21, March 2014 (editor Gonçalo César de Sá), ed. Government Information Bureau of the Macao SAR, Macao, China, pp.110-114, ISSN 2076-5479;

 

Comunicações

Comunicações / Conferências em Congressos / Seminários, nacionais e internacionais, e Intervenções Públicas

2015

26-3-2015 – Comunicação “Indian-African-Portuguese Vernacular Architecture, Sixteenth to Eighteenth centuries” no Annual Meeting. Renaissance Society of America 2015, em Berlim, Universidade de Humboldt, no painel “Cultural Transmissions and Transitions: the World”,

21-4-2015 – Conferência “Arquitectura e urbanismo de influência portuguesa no mundo transatlântico”, na Academia de Belas Artes de Lisboa, in Ciclo de Conferências da ANBA, Lisboa

22-5-2015 – Comunicação “O Funchal no quadro das cidades portuguesas no Atlântico”, na Conferência Reabilitação urbana, desafios e oportunidades, promovida pelas Ordem dos Engenheiros e Ordem dos Arquitectos, Hotel Vidamar, Funchal,

22-5-2015 – Comunicação “Nova Oeiras – o exemplo de um Bairro Residencial moderno a candidatar à Lista Indicativa UNESCO em Portugal”, in VI Jornadas do Património de Vila Viçosa, dedicadas à candidatura UNESCO de Vila Viçosa, C.M. de Vila Viçosa,

27-6-2015 – Comunicação “Indo-portuguese domestic architecture, from India to Africa”, ICAS 9 / 9th Biennial International Convention of Asian Scholars, no painel “Asian Architectures, Old & New”, em Adelaide, Austrália, em 5/9-7-2015

15/18-7-2015 Comunicação “Late colonial portuguese city and architecture in post-colonial Africa”, no Colóquio Internacional do Centro de História e Além Mar, CHAM 2015 / Knowledge transfer and cultural exchanges, in Universidade Nova de Lisboa, Lisboa,

28-7-2015 – Comunicação “Arquitectura Moderna na África Colonial de Expressão Portuguesa: algumas considerações, temas e exemplos, com destaque para Angola”, in Jornadas de Reflexão sobre Arquitectura do Movimento Moderno, org. pelo IPGUL / Instituto de Planeamento e Gestão Urbana de Luanda e Governo Provincial de Luanda, Luanda, 28-7-2015.
28-7-2015 – Participação nos dois debates integrantes das Jornadas: sobre “O Movimento Moderno em Angola e a Contemporaneidade” (com Manuela Fonte, Ana Vaz Milheiro, Frederico Parolotto, Filomena Espírito Santo, Isabel Martins, Maria Alice Mendes Correia, Phil Bonds, Victor Miguel) e sobre “O Movimento Moderno no Mundo e a Contemporaneidade” (com Maria Lucia Bressan Pinheiro, Ana Carvalho, Carlos Faggin, Eduardo Nobre, Jorge Bassani, José Eduardo Lefèvre, Phil Bonds); proposição por JMF do tema “Para uma valorização internacional da arquitectura da Luanda Histórica Central”, 28-7-2015

14-10-2015 – Comunicação “Três obras monumentais da arte manuelina no “Mundo do Índico”: Capela do Baluarte, Igreja do Priorado do Rosário, Capela do Monte de São Tomé”, in Congresso Internacional Sphera Mundi. Arte e Cultura no Tempo dos Descobrimentos, na secção “Continuidades e epigonismos na arte portuguesa do século XVI”; Centro Cultural de Belém, Lisboa,

28/30-10-2015 – Comunicação “Cidades e arquitectura moderna na África Colonial Portuguesa”, in III Colóquio Internacional Colonialismo, Anticolonialismo e Identidades Nacionais, sobre o tema “1415-2015. Dos Impérios à CPLP – Discursos e Práticas” / CEIS20, 28/30-10-2015

4-11-2015 – Comunicação no III Seminário CIAUD da FAUL, sobre o projecto de investigação de que é coordenador “Cidades, Território e Arquitecturas em áreas da Lusofonia”, proferida pelo Prof. Jorge Nunes, por ausência do próprio no estrageiro em serviço, em 4-11-2015

7-11-2015 – Conferência-seminário “Contemporary architecture and urbanism in Portugal – present days”, in Albergue SCM (coord por Carlos Marreiros), Macau, 7-11-2015

12-3-2015 – Participação no Projecto de investigação “O Lugar do Discurso. Vitruvius Mozambicanus” (resp. e coord. Margarida Acciaiuoli e Rute Figueiredo), em sessão pública / debate sobre arquitectura das lusofonias / tropical, com Hugo Segawa, Miguel Santiago, José Luís Saldanha, na Biblioteca da Ordem dos Arquitectos, 12-3-2015

18-3-2015 – Participação no Projecto de investigação “O Lugar do Discurso. Os Agentes da Crítica” (resp. e coord. Margarida Acciaiuoli e Rute Figueiredo), em sessão pública /debate sobre escrita / crítica em publicações / revistas de arquitectura com Inês Brazão, António Guerreiro e Manuel Graça Dias, na Biblioteca da Ordem dos Arquitectos,

6-5-2015 – Participação em Topografias Imaginárias. Ciclos de Visionamento comentado – Arquitectura, no Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca, C.M. de Lisboa, sobre o filme “Crónica dos Bons Malandros”, por Fernando Lopes, com Maria João Seixas e Paulo Cunha,

29-5-2015 – Participação na apresentação pública do livro INE 80 Anos. Um outro olhar (coord. INE/João Pardal Monteiro / Manuel Pardal Monteiro), com João Pardal Monteiro, Manuel Pardal Monteiro, João Paulo Martins, no Salão Nobre do Instituto Nacional de Estatística, Lisboa,

22-6-2015 – Participação, com o texto “Reflexões sobre o Conceito de Arquitectura Chã”, no Workshop Arquitectura Chã: da (in) utilidade de um conceito, in Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa,

2014

1.2014 – Conferência sobre o “Bairro de Alvalade” na exposicão de fotografia na Confeitaria Portuguesa, Alvalade, org. pelo Atelier de Lisboa / Curso de Projecto de Fotografia (coord. por Bruno Pelletier e Ana Janeiro);

7.1.2014 – Intervenção pública, como principal subscritor, na audição pública na Assembleia da República /Comissão de Assuntos Culturais, sobre o processo de protecção e de classificação do antigo cinema ODEON;

3.2014 – Conferência no Seminário do Departamento de Arquitectura da UAL de 2013-2014, sobre a obra do arq. Norte Júnior integrado no projecto “Norte Júnior / Exposição / Colóquio Internacional”, em org. pela UAL;

4.2014 – Conferência “Olhando obra de Raul Lino, a pensar em Frank Lloyd Wright”, no Colóquio Internancional Arts and Crafts – Repercussões em Portugal e no Brasil, org. pela FAU-USP na Vila Penteado, São Paulo, no âmbito da expo Raul Lino Cem Anos Depois, Universidade de São Paulo, Brasil;

4.2014 – Intervenção pública na expo. org. por Alexandre Pomar sobre a “Arquitectura de Vasco Vieira da Costa e a Exposição-Feira de Luanda, 1938”, av.24 de Julho, Lisboa;

4.2014 – Intervenção pública no debate sobre os “40 anos de Património, 25 Abril”, na Lx Factory / livraria Ler Devagar, depois transmit. na TSF, programa Conversas com o Património;

5.2014 – Conferência sobre a “Arquitectura das ´outras ilhas´, 1925-1950”, in VI Colóquio O Faial e a Periferia Açoriana, Horta

 

2013

2013 – Apresentação da exposição itinerante “Património Arquitectónico da UTL” no ISEconomia e Gestão, depois na FMHumana e finalmente na FMVeterinária, onde se encerrou a itinerância em 2.1.2014;

4.2013 – Conferência sobre a “Arquitectura da Igreja de Nossa Senhora de Fátima em Lisboa”, na nave da INSFátima, integrada no colóquio das comemorações dos 75 anos do edifício, e com o lançamento do livro alusivo, de que foi co-coordenador;

4.2013 – Conferência sobre a “Arquitectura Popular da Ilha da Reunião, no Índico”, no Colóquio sobre Arquitectura Popular em Arcos de Valdevez, org. pela CMAV (actas em preparação);

  1. 2013 – Comunicações sobre o tema de investigação “São Tomé e Príncipe – Cidades, Território e Arquitecturas” e sobre a “Arquitectura de influência portuguesa na India e em África”, no seminário do CIAUD / FAUTL;

6.2013 – Comunicação sobre o tema “7 Intervenções urbanas do Estado Novo”, no colóquio em Vila Viçosa, promovido pela CMVV;

7.2013 – Comunicação sobre “Cidades Portuguesas na Ásia”, no colóquio internacional org. pelo CHAM, UNL, Lisboa;

9.2013 – Comunicação sobre “Arquitectura e Urbanismo em Portugal no Estado Novo” na conferência “Colonial e Post-colonial”, na Univ. de Lisboa;

10.2013 – Comunicação sobre “Cidades Portuguesas na Ásia”, no Colóquio Internacional org. pela Universidade de Montreal / Chaire Portugaise, em Montreal, Canadá;

10.2013 – Conferência sobre a “Arquitectura Popular da Ilha da Reunião, no Índico”, no Colóquio sobre Arquitectura Popular org por Manuel Teixeira na FAUL, Univ. de Lisboa;

11.2013 – Comunicação sobre “Cidades Portuguesas na Ásia”, no Colóquio Internacional “Early Asian Cities”, org. pelo IIAS / Institute of International Asian Studies, em Lieden;

11.2013 – Comunicação enviada e aceite sobre a “Arquitectura do Faculdade de Motricidade Humana em Lisboa / Jamor”, in VIII Congresso DOCOMOMO Ibérico, Málaga, 2013;

11.2013 – Intervenção sobre Arquitectura Colonial, como moderador no Colóquio org. pelo Instituto de Investigação Científica e Tropical / IICT, Fábrica de Braço de Prata, Lisboa;

12.2103 – Comunicação sobre a “Cidade-Paisagem Portuguesa”, no colóquio sobre Villas Renascentistas, na FAUL, Univ. de Lisboa;

2012

De 13 a 14.1.2012 – “A Anti-Praça portuguesa – temas e reflexões”, conferência no Colóquio Internacional “Espaço Público – a Praça na Contemporaneidade, org. pela UAL / ISCTE, com o Departamento de Arquitectura da UAL / Ordem dos Arquitectos;

13.1.2012 – Apresentação da edição de África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa, actas do colóquio realizado, pela UAL-Universidade Autónoma de Lisboa e Editora Caleidoscópio, de que foi o coordenador, no âmbito do Colóquio Internacional “Espaço Público – a Praça na Contemporaneidade, org. pela UAL / ISCTE, com o Departamento de Arquitectura da UAL e Jorge Ferreira (pela Caleidoscópio);

20.1.2012 – Moderação da mesa-redonda sobre a Exposição dos Prémios AICA, no Museu do Chiado, com a presença e intervenções de inúmeros críticos, artistas e arquitectos;

3.2.2012 – Apresentação pública do livro Arquitectos Segurado, com conferência pela Prof. Arq. Ana Vaz Milheiro na Imprensa Nacional-Casa da Moeda;

8.3.2012 – Apresentação pública da exposição “As Praças na Cidade Portuguesa”, coord. pelo Porf. Arq. Manuel Teixeira, na FAUTL;

14.3.2012 – Conferência sobre o tema “História, Património e o século XX” a convite do Instituto de História da Universidade Nova de Lisboa, com a prof. Fernanda Rollo;

22 a 24.3.2012 – Comunicação “Intercontinental Architectural Connections: Portuguese Colonial |architecture| in India, Brazil and Africa, Sixthteenth to Eighteenth Centuries”, na Conferência Anual da RSA / Renaissance Society of America, apresentada em Washington DC, EUA;

27 a 29.3.2012 – Comunicação “As Cidades de São Tomé e de Santo António, até aos Séculos XIX e XX – Arquitectura e Urbanismo”, realizada no Colóquio Internacional “São Tomé e Príncipe numa Perspectiva Interdisciplinar, diacrónica e sincrónica” no ISCTE /IUL (Instituto Universitário de Lisboa);

16.5.2012 – Apresentação pública da exposição itinerante “Moderno / Luanda”, da Universidade de Alcalá, coord. pelos profs. Roberto Goycoolea, Paz Nunez e Jorge Spencer, na FAUTL;

18.5.2012 – Apresentação pública da exposição sobre a obra do arq. Eduardo Iglésias (n.1926) no Porto, com lançamento do livro respectivo;

15.6.2012 – Comunicação no Seminário “Urgência-Permanência”, organizado pelo Departamento de Arquitectura da UAL e Ordem dos Arquitectos;

16.6.2012 – Conferência sobre a obra do arq. Jorge Viana, no Centro Cultural Palácio do Egipto, C.M.Oeiras, integrada na mostra sobre este autor “Jorge Viana – Arquitecturas – Natureza, Máquina, Sentimento”, em cuja produção/preparação colaborou pela FAUTL;

8.2012 – Aceitação da comunicação “Indo-portuguese vernacular architecture, Modern Age” pela Conferência Anual da RSA / Renaissance Society of America, em San Diego, USA, 2013 (único representante das universidades de Lisboa);

8.9.2012 – Apresentação pública do livro Algarve – Arquitecturas Recuperadas, de que foi co-autor, na FNAC de Albufeira, no contexto da exposição fotográfica de imagens da obra pela co-autora Ana Janeiro;

27.9.2012 – Comunicação “Cidades / 3 Modelos”, no Encontro Internacional “Cidades e Guerra”, promovido pela Faculdade de Letras de Universidade de Lisboa no Teatro Aberto;

29.9.2012 – Conferência “A Cidade do Aeroporto de Santa Maria”, na Biblioteca e Arquivo de Vila do Porto, Santa Maria, no âmbito das Jornadas Europeias do Património;

21.11.2012 – Apresentação da exposição “Jorge Viana, Arquitecturas – influências e relações” na FAUTL;

6.12.2012 – Apresentação da exposição itinerante “Património Arquitectónico da UTL” no ISAgronomia, com uma comunicação audio-visual sobre o tema;

2011

18.1.2011 – Participação e intervenção na Sessão Pública de apresentação e crítica da obra “Património de Origem Portuguesa no Mundo – Arquitectura e Urbanismo”, editada pela Fundação Calouste Gulbenkian em 2010, realizada na Universidade de Coimbra;

21.1.2011 – Intervenção pública sobre a “Arquitectura e Cultura de Goa”, em sessão sobre a Cultura de Goa, realizada na Universidade Lusófona de Lisboa;

28.1.2011 – “Igrejas na ´África Portuguesa´ – relações com a India e o Brasil, possíveis influências”, conferência de encerramento na Conferência Internacional “África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa”, na UAL-Universidade Autónoma de Lisboa;

14.2.2011 – Apresentação pública do livro Património Arquitectónico da UTL, edição da Reitoria da UTL, de que foi o Coordenador Científico, em sessão no Palácio Centeno presidida pelo Senhor Reitor, Prof. Fernando Ramôa Ribeiro;

16.2.2011 – “Cidades de Matriz Portuguesa no Mundo”, Conferência Inaugural dos Seminários do Departamento de Arquitectura da UAL;

24.2.2011 – Intervenção pública no lançamento do livro Angola no Século XX- Território, Cidades e Arquitecturas (de que foi co-autor e co-editor, em 2010), na Universidade Lusófona de Lisboa, com o arq. Augusto Pereira Brandão e a dra. Aida Freudenthal;

28.2.2011 – “Lisboa”, conferência em Curso Internacional do Departamento de Arquitectura da UAL;

10.3.2011 – “A Cidade da Horta”, conferência proferida no âmbito das comemorações da Junta da Freguesia da Matriz, em Sessão Solene no Salão Nobre da “Sociedade Amor da Pátria”, Horta, Açores;

29.3.2011 – Intervenção pública no lançamento do livro Ribeira Grande, a cidade e o seu concelho, aspectos da sua arquitectura e urbanismo (de que foi co-autor, em ed. da CMRG, 2010), no auditório do Teatro Ribeiragrandense, Ribeira Grande, Açores, com o Presidente da Câmara Dr. Ricardo Silva;

31.3.2011 – Intervenção pública na inauguração da exposição internacional “21 Projectos do século 21 – Reflexos da Arquitectura Portuguesa actual” (Comissário e autor, 2008), na Faculdade de Arquitectura da UTL, assinalando a oferta da estrutura material da mostra à FA pela Ordem dos Arquitectos;

De 28.4.2011 até 19.5.2011 – “Arquitectura Religiosa em Portugal no Século XX”, conferência na inauguração da exposição internacional “Frate Sole – Arquitectura Religiosa Internacional 2008”, na Faculdade de Arquitectura da UTL;

7.6.2011 – Intervenção pública na apresentação da revista Monumentos n.31, (onde é membro do Conselho Editorial desde 1994) dedicada a Cascais, no Museu de Castro Guimarães, Cascais, com o Presidente da CMC e o Presidente do IHRU;

5.7.2011 – Intervenção pública no lançamento do livro Algarve – Arquitectura Recuperada (de que foi co-autor, em ed. pela CCDRA / Afrontamento, 2011), no Museu de Portimão, com Macário Correia e o Pres. da CMP;

28.7.2011 – conferência sobre a obra do Arquitecto Jorge Viana (1924-2010), para a associação Espaço e Memória, em Oeiras;

19.10.2011 – conferência sobre a obra do arquitecto Bernardino Ramalhete, na Casa dos Cubos em Tomar, na Homenagem organizada pelo núcleo local da Ordem dos Arquitectos, com intervenção por José Hestnes Ferreira, entre outros;

20.10.2011 – texto de Comunicação sobre “Temas para a Valorização da Arquitectura Indo-Portuguesa”, para o Workshop coordenado por Mónica Reis, realizado em Goa, sobre “Sensibilization towards conservation and restoration in cultural heritage”, 2011;

30.10.2011 – texto para a comunicação “Conceição Silva em Portugal: arquitectura de turismo e paisagem moderna”, integrada no Seminário Internacional Espaços Culturais e Turísticos em Países Lusófonos, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (coord. Luiz Manoel Gazzaneo);

2.11.2011 – Conferência “Arquitecturas em São Tomé e Príncipe: das cidades às Roças, um património único”, in 6.Bienal Internacional de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe, Palácio dos Congressos, São Tomé, São Tomé e Príncipe (no quadro da exposição sobre Roças realizada em paralelo na cidade de São Tomé);

9.11.2011 – Conferência “Arquitectura Moderna Portuguesa en territorios de Ultramar”, in Jornada Internacional La Modernidad Ignorada / arquitectura moderna em Luanda, Angola, in E.T.S. de Arquitectura y Geodesia, Universidade de Alcalá de Henares, Espanha (no quadro da exposição realizada em paralelo na escola de Alcalá);

16.11.2011 – Conferência “Faculdade de Motricidade Humana / Faculdade de Arquitectura”, in Colóquio “As Arquitecturas da UTL – Património, História e Valor”, realizado na FAUTL, o qual coordenou;

20.11.2011 – Apresentação pública do livro Arquitectos Segurado, com conferência pelo Prof. Arq. João Vieira Caldas no CIUL – Centro de Informação Urbana de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e a Imprensa Nacional-Casa da Moeda

22.11.2011 – Intervenção pública sobre “A Arquitectura dos espaços exteriores em ambiente tropical”, in Workshop Construção e Materiais de Construção em Ambiente Tropical, com o arq. Fernão Lopes Simões de Carvalho, no Centro de Congressos do Lagoas Park, Oeiras;

29.11.2011 – Apresentação pública de quatro filmes sobre temas da África Colonial Portuguesa: O Deserto de Angola (1932), Viagem no Deserto (1967), Beira, Porta Turística de Moçambique (1973), Horizonte Angolano (1973), na Cinemateca Portuguesa;

De 15 a 17.12.2011 – Conferência “Rio de Janeiro, capitale impériale portugaise, 1808-1821: transformations de la ville”, in Colloque International Le Néoclassicisme dans les colonies européennes, XVIII-XIX siécles, proferida no Conservatoire à Rayonnement Regional, Saint Denis, ilha da Reunião, Oceano Índico, (île de La Réunion, Departamento do Ultramar Francês) (edição digital das actas em 2013);

28.12.2011 – Intervenção pública sobre a obra do arquitecto Viana de Lima, na mesa-redonda coordenada por João Campos, na Fundação Engenheiro António de Almeida, Porto (a propósito do livro editado por João campos sobre VL);

 

 

 

 

  

 

2º Debate à Distância – A Lusofonia e a Saúde num Mundo Desigual

  Doutor Fernando de La Vieter Nobre Pres. AMI

24mai2019

 

A Lusofonia e a Saúde num mundo desigual

Doutor Fernando de La Vieter Nobre Médico especialista em Cirurgia Geral e em Urologia Fundador e Presidente da Fundação AMI Professor Catedrático convidado da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa Regente da Disciplina de Medicina Humanitária Doutor Honoris Causa da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa

Falar da saúde e da atuação médica no quadro da CPLP é deveras complexo porque se trata de analisar uma equação com múltiplas variáveis, com as quais me tenho constantemente confrontado há 40 anos no quadro das minhas intervenções humanitárias de emergência e de desenvolvimento, em mais de 30 países (incluindo todos os países CPLP e muitos outros do espaço da Lusofonia). Primeiro ao serviço dos Médicos Sem Fronteiras e depois da Fundação de Assistência Médica Internacional – a AMI, que fundei em 1984.

Vejamos então as principais variáveis acima referidas:

1) África e a CPLP não são homogéneas nomeadamente, em termos de saúde e de desenvolvimento. A Guiné-Bissau não é Cabo-Verde, Timor não é Angola e o Brasil não é São Tomé, o Botswana não é a Libéria, o Senegal não é o CongoKinshasa (ex-Zaire) e a Somália não é os Camarões…

2) O grau de corrupção, aliada à desgovernação ou má gestão, que tanto influem negativamente na saúde e na educação, e ipso-facto no desenvolvimento dos respectivos países, também não é o mesmo em Angola e no Benim, no Zimbabué e na Tanzânia, na República Centro Africana e no Ruanda, no Chade e no Burundi, no Quénia e em São Tomé, no Togo e no Mali…

3) O crescimento demográfico que em média ronda os 2,7 – 2,9% atinge no Níger 3,9% com impactos tremendos nos dois pilares do desenvolvimento, a saber a Saúde e a Educação.

4) Os conflitos incessantes, com perturbações políticas recorrentes, que multiplicam os deslocados internos e os refugiados e que procuram abrigo nos países vizinhos destabilizando-os e provocando situações sanitárias extremas.

5) Os fenómenos decorrentes das alterações climáticas em curso, sobretudo chuvas torrenciais e secas que flagelam as suas agriculturas de sobrevivência ou as suas monoculturas de exportação (algodão, café, cacau…), provocando a fome e todas as doenças dela decorrentes.

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Texto síntese da comunicação subordinada ao tema: “A Lusofonia e a Saúde num mundo desigual” do Prof. Doutor Fernando Nobre – Debate à distância, org. Diáspora Lusófona Piscdil, dia 24 de maio de 2019 na Escola Profissional Gustave Eiffel, Amadora Página 2/2

6) As grandes endemias (HIV Sida, Malária, Tuberculose) e outras endemias que assolam o continente africano com particular virulência, tais como oncocercose, a tripanomíase africana (doença do sono), o tracoma, as parasitoses intestinais diversas, anemias com múltiplas causas… e outras doenças negligenciadas ou esquecidas como lepra, avistaminose A, não são homogéneas em todo o continente africano mas penalizam terrivelmente quando atingem elevadas incidências, o estado de saúde das suas populações e o desenvolvimento desses países. 7) O estado nutricional das populações gravemente afectadas pelas situações acima referidas também não é homogéneo no continente africano nem no seio de um mesmo país com diferenças marcantes entre o mundo rural e os subúrbios das metrópoles africanas onde, grosso modo, se observam as doenças das carências nutricionais (desnutrição/malnutrição) graves, tais como o marasmo e o kwashiorkor em contraste com as endemias do mundo urbano que se observam nas “elites”, as chamadas doenças da fartura (obesidade, diabetes…) 8) A ausência e/ou insuficiência das infra-estruturas e profissionais de saúde a todos os níveis, dos equipamentos médicos, às vezes os mais básicos assim como, de medicamentos. A falta de rede eléctrica, da cadeia de frio, dos transportes, das vias de comunicação, tão díspares entre países africanos e entre regiões no interior de um mesmo país…

São estas algumas variáveis entre muitas outras, que aqui não aprofundo, tais como os terrorismos diversos, ou conflitos religiosos e o esmagamento dos preços dos produtos de exportação sejam eles o petróleo, os minérios e os produtos agrícolas, que evidentemente também condicionam fortemente, a saúde das populações e por isso também o modus operandi e a eficiência da ação do médico, e dos outros profissionais de saúde, em África e também no espaço da CPLP e da Lusofonia.

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Texto síntese da comunicação subordinada ao tema: “A Lusofonia e a Saúde num mundo desigual” do Prof. Doutor Fernando Nobre – Debate à distância, org. Diáspora Lusófona Piscdil, dia 24 de maio de 2019 na Escola Profissional Gustave Eiffel, Amadora Página 2/2

 

 

CURRICULUM


Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre é Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa desde 2001, Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, regente da disciplina “Medicina Humanitária”, e Académico Correspondente da Academia Internacional de Cultura Portuguesa.
Foi administrador dos Médicos Sem Fronteiras – Bélgica e fundou em 1984, em Portugal, a AMI – Assistência Médica Internacional, à qual ainda preside. Participou como cirurgião em mais de duzentas e cinquenta missões de estudo, coordenação e assistência médica humanitária em mais de setenta países de todos os continentes.
Nasceu em Luanda em 1951. Em 1964 mudou-se para o Congo e, três anos mais tarde, para Bruxelas, onde estudou e residiu até 1985, altura em que veio para Portugal, país das suas origens paternas. É Doutor em Medicina pela Universidade Livre de Bruxelas, onde foi Assistente (Anatomia e Embriologia) e Especialista em Cirurgia Geral e Urologia.
Foi membro do Conselho Geral da Universidade de Lisboa e do Conselho Geral da Universidade da Beira Interior. Foi Professor Convidado dos cursos de Mestrado e Pós-Graduação na Universidade Autónoma de Lisboa e no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna e conferencista no Instituto de Estudos Superiores Militares.
Tem 7 livros publicados.
Em termos associativos:
– é cofundador do Fórum para a Paz;
– foi presidente do Conselho de Curadores do Instituto da Democracia Portuguesa (do qual já foi presidente da Assembleia Geral);
– foi Presidente e Vice-Presidente da Plataforma Portuguesa das ONGD;
– é Presidente da Assembleia Geral da Associação Tratado de Simulambuco, da qual também é cofundador;
– é sócio-honorário e ex-presidente Honorário do MIL (Movimento Internacional Lusófono)
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– é patrono da Fundação Burgher Portugal – Sri Lanka; do agrupamento nº 900 dos Escuteiros de Monte Abraão, dos Escuteiros de Aveiro, da APARECE (Instituição de Apoio a Adolescentes em Risco) e da Fundação As Crianças são o nosso Futuro (Ucrânia);
– foi vogal do Conselho Fiscal do CAVITOP – Centro de Apoio a Vítimas de Tortura;
– é membro da Associação para a Promoção e Dignificação do Homem, da Real Sociedade de Cirurgia (Bélgica), da Associação Europeia de Urologia, da Associação Portuguesa de Urologia, da Sociedade Portuguesa de Autores, da Sociedade de Geografia de Lisboa e sócio do Grémio Literário;
– é membro da Comissão de Honra de Homenagem a João XXI;
– é sócio honorário da Associação Académica da Universidade de Aveiro;
– é co-fundador e sócio do Hospital Particular do Algarve;
– é sócio honorário do Lions Clube de Portimão.
Ordens Honoríficas:
– Oficial da Legião de Honra – França
– Grande Oficial da Ordem do Mérito – Portugal
– Cavaleiro da Legião de Honra – França
– Cavaleiro da Ordem Nacional do Leão – Senegal
– Cavaleiro da Real Ordem da Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa – Casa Real Portuguesa
– Grã-Cruz da Ordem Diocesana de S. Tomé – S. Tomé e Príncipe
– Grã-Cruz da Ordem de “La Couronne” – Casa Real do Ruanda
– Real Placa do Leão – Casa Imperial da Etiópia
Recebeu vários prémios e distinções em Portugal e no estrangeiro, incluindo o primeiro prémio da Associação Europeia de Urologia; a medalha de ouro dos Direitos Humanos, da Assembleia da República Portuguesa; a placa da Presidência da República do Líbano (entregue pelo General Émile Lahoud); e a insígnia de Grand Marshal do Estado de New Jersey (EUA), nas comemorações do Dia de Portugal. É Cidadão de Honra da Câmara Municipal de Cascais, Cidadão de Mérito da Câmara Municipal de Portimão, detentor da Medalha de Honra e Cidadão Honorário da cidade de Vila Nova de Gaia, Embaixador da Boa-Vontade da Ilha de Gorée (Contra a Escravatura), no Senegal e Embaixador do Condomínio da Terra. (A actualizar)

 

 

O meu lugar no Mundo – Liderança individual vs Liderança cooperativa

“O MEU LUGAR NO MUNDO: LIDERANÇA INDIVIDUAL VS LIDERANÇA COOPERATIVA”

Publicado em 20 de
Janeiro de 2019
 por timordi

O primeiro Debate à Distância, organizado por Escola
Profissional Gustave Eiffel, em parceria com PISCDIL (Plataforma Internacional
da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona ou, abreviando, Plataforma da Diáspora
Lusófona).

“A Nação /Lusófona ou mundial) é melhor liderada por
profissionais (…), que por amadores (…). (Vide: Programa
http://plataformadadiasporalusofona.org/formacao-nao-curricular-em-lideranca-da-nacao-e-cidadania-programa/
)

Que participe no DEBATE e diga o que vai fazer para a
Nação e não apenas o que vai esperar da Nação”